Mercado Imobiliário já mostra recuperação em meio à pandemia

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi/DF) está otimista e já vislumbra a recuperação do mercado imobiliário mesmo em meio à pandemia.

Com base nos dados divulgados pela Secretaria de Economia do Distrito Federal na arrecadação do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) que é o tributo pago pelo comprador de um imóvel para oficializar a negociação, nota-se que o resultado obtido nos cinco primeiros meses de 2020 tem variação positiva de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Apesar de apresentar um resultado positivo no período analisado, é possível perceber uma tendência de queda na arrecadação, no segundo bimestre de 2020, ainda mais quando comparada com os resultados dos anos anteriores. Porém, o mês de maio quebrou esta tendência, mas, ainda assim, indicou uma variação de -11,5% em relação à 2019.

De acordo com o presidente do Secovi/DF, Ovídio Maia, a queda nas vendas ocorreu devido ao decreto de isolamento social, o lockdown que teve início em 17 de março, no Distrito Federal. “As pessoas vinham no seu ritmo normal de vida e, como tudo parou, o impacto também foi percebido pelo segmento, mas a redução não foi consistente”, ressaltou.

Segundo Ovídio, o mercado imobiliário vê com otimismo essa pequena redução. “Não tivemos um choque brutal com a paralisação total da economia como em outros segmentos que foram mais atingidos. Pelo contrário, já observamos o movimento de pessoas procurando casas e apartamentos maiores para utilizarem com mais comodidade nessa nova realidade de home office. Isso sem falar da taxa de juros que está baixa e o incentivo ao crédito oferecido pelo governo. A hora é boa para quem quer comprar”, informou.

Fonte: CNC
Data: 03/07/2020
LInk: https://n8qhg.app.goo.gl/w4Z7

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Tadros defende tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, disse hoje (22) que os micro e pequenos empresários, por suas características, precisam ter tratamento diferenciado dos governos federal, estaduais e municipais. Ele participou do programa Expressão Nacional, da TV Câmara, que debateu o tema Covid-19: Situação das Micro e Pequenas Empresas, com a participação do assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, e dos deputados federais Efraim Filho (DEM-PB) e Alexis Fonteyne (NOVO-SP).

Tadros afirmou que “as micro e pequenas empresas precisam ser estimuladas, porque elas são fundamentais para a economia”. E esse estímulo, acrescentou, adquiriu um caráter de urgência. Além disso, no seu entender, deve levar em conta as diferenças regionais, econômicas e culturais, que são significativas em um país de dimensões continentais como é o Brasil.

Para o dirigente, a pandemia gerada pelo novo coronavírus “apenas precipitou uma derrocada econômica que já vinha se delineando há alguns anos, desde a crise que o País viveu a partir do impasse que culminou com a queda da então presidente Dilma Rousseff”. As principais vítimas, enfatizou, como quase sempre, foram os pequenos negócios.

Importância dos pequenos
Ao falar da importância do segmento para a economia, lembrou que as micro e pequenas empresas são genuinamente nacionais e agregam a família dentro do seu núcleo corporativo. “Isso, por um lado, reduz significativamente a pressão no mercado de emprego.”

Tadros elogiou a atuação do assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, “que, desde o seu tempo de ministro e de presidente executivo do Sebrae, vem trabalhando firmemente em defesa das micro e pequenas empresas”.

Paralelamente, relatou que a CNC vem atuando para que os tributos e o crédito – particularmente o custo do dinheiro – para o micro e o pequeno empresário sejam vistos com olhar diferenciado em relação aos grandes negócios. “Diante da atual realidade, são pertinentes todas as medidas em favor desse segmento empresarial’, acentuou.

Crédito
Em resposta ao presidente da CNC, Afif Domingos declarou que o problema do crédito é estrutural, não de conjuntura. Segundo ele, há anos o sistema financeiro é altamente concentrado – pouco mais de 80% do mercado está nas mãos de três bancos privados e dois públicos. “Isso criou distorções: o sistema capta de todos, mas empresta só para alguns.”

Reforçou que, apesar de as pequenas serem as que mais empregam, são as que têm menos acesso ao crédito. O sistema financeiro só trabalha com garantias reais. Esse problema estrutural explodiu durante a pandemia, e isso aconteceu porque as micro e pequenas empresas não têm reservas para enfrentar uma crise tão aguda, ou seja, ficaram sem margem de negociação.

Ainda sobre o problema do crédito, José Roberto Tadros fez referência ao trabalho das cooperativas, “que têm cumprido o seu papel. Só que elas não têm recursos suficientes para anteder à demanda provocada por uma crise de proporções mundiais, como é o caso da pandemia da covid-19”. De acordo com o dirigente da CNC, as cooperativas representam hoje mais de 60% dos créditos concedidos às micro e pequenas empresas, sem as restrições impostas pelos grandes bancos.

Na questão de tributos, também referida por Tadros, Afif disse que os impostos federais do Simples já foram diferidos para seis meses à frente, mas estados e municípios deram só três meses de prorrogação para pagamento. “O governo federal já solicitou a governadores e prefeitos que revejam essa decisão, ampliando o prazo para pagamento.”

Refis
Ao final de sua participação, José Roberto Tadros pediu a Afif Domingos a criação de um novo Refis, “absolutamente necessário para o soerguimento da economia, já que não se sabe quando a crise acabará. É válido olhar o futuro com a incerteza do presente”.

O Refis é um programa que facilita a quitação de contribuições e débitos tributários por parte das empresas, administrado por órgãos como Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e INSS, além das Secretarias da Fazenda estaduais e municipais.

“Estamos assistindo a alguns estados que fizeram um retorno ao trabalho seletivo, de forma verticalizada, houve um crescimento significativo, e estão revertendo esse processo. Em consequência disso, seria válido que nós considerássemos esse grau de incerteza, e o Refis seria bem visto e com prazo satisfatório para que as empresas possam se soerguer.”

Fonte: Cnc
Link: http://cnc.org.br/editorias/acoes-institucionais/noticias/tadros-defende-tratamento-diferenciado-para-micro-e
Data: 22/06/2020

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Nosso objetivo é fazer do Brasil uma nação desenvolvida”

Tadros: “Nosso objetivo é fazer do Brasil uma nação desenvolvida”

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, disse que a entidade está empenhada em ser partícipe da mobilização nacional para amenizar os efeitos da crise gerada pela pandemia da covid-19, tanto na área econômica como em ações solidárias, por meio dos seus braços sociais Sesc e Senac.

Em entrevista ao vivo nesta quarta-feira (17), na live CNC Responde, no Instagram, ele falou sobre as iniciativas diante do governo federal e do Congresso Nacional, em defesa das empresas. “Nosso objetivo é fazer do Brasil uma nação desenvolvida, e estamos perseguindo essa meta.”

Tadros comentou a aprovação, na véspera, pela Câmara dos Deputados da Medida Provisória nº 932/2020, que reduz, em razão da pandemia do novo coronavírus, as contribuições devidas pelas empresas para as entidades do Sistema S. “Não houve derrotados nem vitoriosos na decisão.”

A matéria será agora votada no Senado e “a expectativa continua positiva”. A alegação de que o corte dos recursos melhoraria o perfil das empresas que contribuem para o Sesc e Senac não é verdade, disse o dirigente, “pelo singelo motivo de que, no universo das empresas, cerca de 95% não contribuem para as Federações e para a Confederação porque são microempresas. Ainda assim se beneficiam dos serviços prestados pelas duas entidades, que são extensivos à população”.

A MP original determinava um corte de 50% dessas contribuições nos meses de abril, maio e junho. Contudo, o projeto de lei de conversão aprovado, de autoria do deputado Hugo Leal (PSD-RJ), restringe o corte aos meses de abril e maio, mantendo as contribuições no valor cheio em junho.

“Quem ganha é o povo e a classe trabalhadora, porque ambos continuarão sendo assistidos pelos braços sociais do Comércio. Foi, com certeza, uma demonstração de maturidade dos brasileiros representados na Câmara de que o Sistema S é absolutamente essencial para o Brasil.”

Sesc e Senac têm grande importância para o Brasil, defendeu Tadros, que também preside os Conselhos Nacionais das duas instituições. “A própria história das duas entidades mostra isso, sempre focada nas necessidades mais prementes dos trabalhadores e das classes menos favorecidas, como educação fundamental, saúde e lazer. Muitos desses benefícios oferecidos em áreas nas quais o poder público não chegava. Já os cursos técnicos profissionalizantes permitiram a inserção do cidadão no mercado de trabalho”, detalhou.

Economia
Na entrevista, Tadros elogiou a atuação do ministro da Economia, Paulo Guedes: “tem feito o que pode. Tanto ele como eu não fomos felizes”, comparou, “pois assumimos nossas missões em momento ruim, e logo veio a pandemia do novo coronavírus. Mas estamos nos safando até aqui”.

O grande coração de um país, afirmou, é a área econômica. “Imagino o contorcionismo que o ministro está fazendo para enfrentar a maior crise que o capitalismo viveu neste século, depois do advento da sociedade de consumo.”

Segundo ele, ao contrário do que alguns possam pensar, não foi a gripe espanhola, entre 1910 e 1920, quando não havia sociedade de consumo, nem a Segunda Guerra Mundial, na metade do século, os grandes desafios enfrentados pela economia mundial.

“Hoje com a crise da covid-19, as economias das grandes nações foram profundamente afetadas”, disse, lembrando que, no caso do Brasil, o País ainda estava saindo de uma recessão. “Tínhamos chegado ao atual governo bem melhor após a administração Temer, e o Guedes entrou com todo o gás para soerguer a economia, mas a pandemia atrapalhou.”

Pequenas empresas
Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional, José Roberto Tadros fez firme defesa de ações governamentais em favor das microempresas, especialmente na área creditícia, “porque elas foram duramente afetadas”. Ele se queixou que o dinheiro liberado pelo governo está retido nos bancos privados, que impõem restrições as quais, ao contrário do objetivo de ajudar, afastam o empresário.

“É preciso celeridade para resolver isso, agilizar a burocracia. Como empresário, conheço a fundo a necessidade de crédito, hoje absolutamente fundamental para quem negocia, tanto para honrar a folha salarial como para capital de giro. O problema é que se repete a velha máxima de que os bancos só emprestam para quem já tem ou não precisa.”

Setores mais atingidos
De todos os setores atingidos pelos efeitos da crise do novo coronavírus, o mais afetado foi o terciário, observa o dirigente. “A agricultura está crescendo; a indústria nem tanto, mas tem um respirador que é a exportação. Já os comerciantes, em grande parte, ficaram sem vender. E material ou produto que fica na prateleira defasa ou estraga”, declarou.

Dos segmentos que estão sob o guarda-chuva da CNC, o que mais está sofrendo, segundo Tadros, é o Turismo: hotéis, bares e restaurantes foram obrigados a dispensar até agora 750 mil trabalhadores. “É uma situação dramática. Podemos, infelizmente, chegar a uma situação ainda pior: perder 1 milhão de postos de trabalho. É um número impressionante de chefes de família desempregados.”

Como presidente da Confederação, Tadros fez um apelo ao governo: que, paralelamente ao suporte que está planejando para as companhias aéreas, que também passam momento delicado, o governo tenha um olhar sensível para a situação de bares, restaurantes e hotéis.

Alertou para que, não bastasse o quase desaparecimento de hóspedes, com os hotéis semifechados, as despesas, como contas de luz, continuam chegando. “Se praticamente não há movimento, esses estabelecimentos deveriam ter esse tipo de cobrança renegociado.”

Fonte: CNC
Link: http://cnc.org.br/editorias/acoes-institucionais/noticias/tadros-nosso-objetivo-e-fazer-do-brasil-uma-nacao
Data da matéria: 18/06/2020

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FBHA solicita prorrogação da MP 936 por mais 180 dias

A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) realizou, nesta segunda-feira (11/05), uma reunião com as entidades do Turismo, juntamente com os deputados Baleia Rossi (MDB/SP), Magda Mofatto (PL/GO), Eduardo Bismarck (PDT/CE), Evair Vieira de Melo (PP/ES), Geninho Zuliani (DEM/SP), Newton Cardoso Jr. (MDB/MG), Arnaldo Jardim (CIDADANIA/SP) e Felipe Carreras (PSB/PE) para solicitar a prorrogação da suspensão de contrato de trabalho e da redução proporcional de jornada e salário, por 180 dias, relativa à MP 936/2020.

“Sabemos que todos os setores da economia estão afetados, mas o segmento voltado ao Turismo terá o processo mais longo de recuperação. Temos uma projeção de 300 mil desempregados e quase R$ 22 bilhões de prejuízo no faturamento em razão dos compromissos que não poderão ser assumidos. Nossa ressalva é voltada à necessidade da prorrogação da MP”, defendeu Alexandre Sampaio, presidente da FBHA, no encontro.

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Como obter o selo de boas práticas

Para solicitar o selo, a empresa deve acessar o site da iniciativa (www.turismo.gov.br/seloresponsavel/), ler as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular no Cadastur. A empresa adere à autodeclaração que atende aos pré-requisitos determinados e é encaminhada para uma área do site onde pode baixar o selo para impressão. O selo, que é gratuito, deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente, que poderá acessar o QR Code para consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento, o que poderá resultar em revogação do selo. O selo já está disponível para as empresas e, no caso dos guias de turismo, ele estará disponível em cerca de 20 dias.

 

Fonte da matéria: CNC

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Programa do MTur estabelece boas práticas de higienização

O Ministério do Turismo (MTur) divulgou, em 4 de junho, durante live com o trade, os protocolos sanitários recomendados para 15 segmentos turísticos que desejam solicitar o selo Turismo Responsável – Limpo e Seguro. A adoção das medidas pode contribuir para a retomada do setor ao atender às novas exigências do turista, cada vez mais atento à questão da segurança e higiene. Os protocolos foram construídos em parceria com o trade, levando em consideração diretrizes internacionais, e contaram com a validação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), responsável pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur/CNC), e presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, participou do evento on-line e destacou a importância dessa iniciativa para resgatar a confiança do viajante. “Estamos no momento certo de comunicar à sociedade o resultado de todo o esforço do setor de turismo para garantir a segurança de nossos clientes”, afirmou.

Estão disponíveis protocolos para: meios de hospedagem; agências de turismo; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; restaurantes, cafeterias, bares e similares; parques temáticos aquáticos; locadoras de veículos para turistas; guias de turismo, entre outros.

“Com essa iniciativa, o Brasil se posiciona no cenário doméstico e internacional como um destino seguro e preparado para atender um novo perfil de turista que surgirá após a pandemia. Um turista mais interessado e preocupado com a adoção de medidas sanitárias e de higiene. O selo criado pelo Ministério do Turismo é gratuito e será utilizado em todo o Brasil, sendo um diferencial extremamente relevante nesse “novo” turismo. Apesar de trabalharmos neste momento com 15 segmentos turísticos, poderemos ampliar esses protocolos a qualquer momento”, comentou o ministro da pasta, Marcelo Álvaro Antônio.

A criação do selo de boas práticas em questões associadas à biossegurança é a primeira etapa do Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, coordenado pelo MTur, a fim de minimizar os impactos da pandemia e preparar o setor para um retorno gradual das atividades. O selo estará vinculado ao Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

Como obter o selo

Para solicitar o selo, a empresa deve acessar o site da iniciativa (www.turismo.gov.br/seloresponsavel/), ler as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular no Cadastur. A empresa adere à autodeclaração que atende aos pré-requisitos determinados e é encaminhada para uma área do site onde pode baixar o selo para impressão. O selo, que é gratuito, deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente, que poderá acessar o QR Code para consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento, o que poderá resultar em revogação do selo. O selo já está disponível para as empresas e, no caso dos guias de turismo, ele estará disponível em cerca de 20 dias.

Fonte da matéria: http://cnc.org.br/editorias/turismo/noticias/conselho-empresarial-de-turismo-e-hospitalidade-da-cnc-apoia-selo

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Como empreender na crise do covid

A crise provocada pela pandemia de Covid-19 impactou imensamente as pequenas empresas. Para ajudar os empreendedores a lidar com os negócios nesse momento turbulento, o Google lançou a Mentoria Cresça com o Google. O programa é gratuito e auxilia os empresários com orientações, ferramentas e recursos para manter uma rotina conectada, produtiva e saudável. As mentorias online serão divididas em seis temas:

Marketing Digital
O empreendedor é orientado sobre como melhorar a divulgação on-line do negócio, como atrair novos clientes e como usar as ferramentas de acordo com o perfil da empresa.

Vendas On-line
Orientações sobre como oferecer produtos e serviços na Internet, sobre como funciona o a venda on-line e as técnicas que devem ser usadas. Além disso, instruções sobre como montar uma estratégia de vendas e quando abrir uma loja online.

Finanças e Contabilidade
Orientações sobre planejamento financeiro, fluxo de caixa e acesso a créditos ou empréstimos. O empresário também pode tirar dúvidas sobre ações governamentais e os impactos delas para os negócios.

Apoio Jurídico
Dicas sobre como proceder com contratos, como gerenciar fornecedores e colaboradores. Além disso, a mentora orienta sobre questões trabalhistas e tributárias.

Inteligência Emocional para Empreendedores
A mentoria ajuda a identificar as emoções e lidar com elas, além de orientar sobre a importância de buscar o equilíbrio entre trabalho e família, e sobre como tomar decisões mais assertivas, exercendo um papel de liderança nesse período.

Inovação e Modelos de Negócio
Dicas sobre inovações e sobre como executar um novo modelo de negócio para aumentar a a receita da empresa.

Como participar?
Para participar, basta acessar a página do Mentoria Cresça com o Google, escolher um dos temas e preencher o formulário de inscrição. Após o envio, será possível agendar uma sessão de 30 minutos com alguma das mentoras.

Fonte da matéria: Sebrae

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Dicas para pequenos negócios

Para minimizar a crise causada pela pandemia do coronavírus, que tem impactado diretamente os pequenos negócios, o Sebrae lançou o Empretec pelo Brasil, um movimento que ajuda a fortalecer e estimular a solidariedade empresarial. Por meio da gravação de vídeos, empresários de sucesso oferecem dicas de como minimizar os impactos da Covid-19 a donos de micro e pequenas empresas. Os conteúdos podem ser encontrados nas redes sociais, por meio da hashtag #EmpretecPeloBrasil e também no Portal do Sebrae.

A proposta é compartilhar experiências e soluções relacionadas aos principais problemas e desafios vivenciados neste momento, visando contribuir com a adoção de medidas para reduzir os efeitos econômicos gerados pela pandemia. Entre os assuntos abordados, estão questões relacionadas a empregados, fornecedores, locadores (imobiliárias, shopping centers, por exemplo), clientes e instituições financeiras. Os depoimentos apresentam uma grande diversidade quanto ao porte empresarial e aos ramos de atividades, como alimentação, saúde, beleza, turismo, entre outros.

“Convidamos empresários maduros e experientes, que fazem parte da rede do Empretec, para iniciar esse movimento por todo o país, com o objetivo de ajudar nesse momento tão complexo e desafiador que os pequenos negócios em todo o país estão enfrentando”, conta o gerente adjunto de Cultura Empreendedora do Sebrae, Augusto Togni. “O Empretec é a solução que aborda as características do comportamento empreendedor e, para esse momento, é essencial que os empresários possam se inspirar nessas habilidades e competências para enfrentar os desafios provocados pela crise”, acrescenta Togni, ressaltando que são mais de 140 vídeos já produzidos e publicados. Segundo ele, ainda há espaço para outros empreendedores que queiram contribuir. Basta publicar seus vídeos e dicas nas mídias sociais com o uso da hastag #EmpretecPeloBrasil.

Sobre o Empretec
O Empretec é um seminário intensivo, destinado a aumentar o potencial de empreendedores para gerir melhor uma empresa ou para iniciar um negócio bem-sucedido. O participante aprende a identificar e desenvolver suas características empreendedoras, e descobre novas oportunidades de negócios. É uma metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) promovida em cerca de 40 países e executada no Brasil exclusivamente pelo Sebrae. Já foram realizadas mais de 12 mil turmas com 286 mil participantes, representando 60% dos Empretecos (quem fez o Empretec) no mundo. Trata-se de uma solução presencial, que momentaneamente, está suspensa em virtude da pandemia. Mais informações sobre as características do comportamento empreendedor e sobre o Empretec podem ser acessadas pelo Portal do Sebrae.

Fonte da matéria: Agência Sebrae

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Prorrogação de impostos

PRORROGAÇÃO PAGAMENTO PARCELAMENTOS DO SIMPLES NACIONAL

Foi publicada, no Diário Oficial de hoje, a Resolução nº 155/2020, que dispõe sobre a prorrogação excepcional de prazos de pagamento de parcelas e de formalização de opção no âmbito do Simples Nacional, em razão da pandemia da Covid-19.

De acordo com o texto, as datas de vencimento das parcelas mensais relativas aos parcelamentos com a Receita Federal e com a PGFN, dos tributos apurados no âmbito do Simples Nacional e do Simei, ficam prorrogadas até o último dia útil do mês:

I – de agosto de 2020, para as parcelas com vencimento em maio de 2020;

II – de outubro de 2020, para as parcelas com vencimento em junho de 2020; e

III – de dezembro de 2020, para as parcelas com vencimento em julho de 2020.

Íntegra do texto publicado: http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-155-de-15-de-maio-de-2020-257199852

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10 dicas para sobreviver ao Covid-19

1. Segundo Renato Claro, o cenário de queda de procura é muito provável. “O pequeno empresário precisa ajustar a produção”.

2.O contrato que se tornar desproporcional entre o contratante e o contratado poderá ser revisado.

3. Estabelecer o sistema de home office, dar férias aos funcionários, usar o banco de horas e até demitir.

4. O governo federal anunciou algumas medidas para amenizar a crise econômica causada pelo coronavírus, entre elas a postergação do vencimento dos tributos federais relativos ao Simples Nacional.

5. A Febraban anunciou que os cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander) irão prorrogar, por 60 dias , os vencimentos de dívidas de seus clientes pessoas físicas e micro e pequenas empresas.

6. André Friedheim, presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising), afirmou que diversas redes criaram comitês de crise para gerir os reflexos da situação e propor medidas para a continuidade dos negócios.

7. Nesta quarta (2/4), o governo de São Paulo e o Sebrae-SP anunciaram a liberação de mais R$ 150 milhões para auxiliar os microempreendedores individuais (MEI)

8. O Sebrae-SP recomenda que empreendedores invistam na presença digital de seus negócios, oferecendo vendas online e entregas em domicílio, se o segmento permitir. É melhor se adequar ao delivery do que deixar de vender, defende a entidade.

9. Para ajudar os pequenos negócios, como lojas de bairro, a conseguir manter o fluxo de caixa, a fintech Cora lançou o site Compre dos Pequenos

10. Caso o MEI queira tirar dúvidas sobre redes sociais, criação de serviços, venda via aplicativos, implantação de delivery e redução de custos, entre outros assuntos, a Ade Sampa, está oferecendo atendimento a distância, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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