Turismo já fatura mais do que antes da pandemia

A chegada da alta temporada para o setor de turismo representou não apenas a expansão sazonal de suas receitas, mas a superação em 2% do nível de atividade registrado em fevereiro de 2020. Para 2023, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta crescimento de 2,5% no setor. Em 2022, segundo dados divulgados hoje (10 de fevereiro) pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de receitas das atividades turísticas avançou 29,9% em relação a 2021. “O crescimento inédito de serviços, que compreende o segmento de turismo, consolida um cenário de recuperação depois da pandemia e aponta o potencial do setor para gerar o crescimento de que o País tanto precisa”, afirma o presidente da CNC, José Roberto Tadros. Segundo ele, o prognóstico é de manutenção do avanço do faturamento ao longo do ano. Recuperação a plenos pulmões Especificamente em dezembro, a alta de 4,1% nos volumes de receitas do turismo foi a maior já registrada para o mês desde o início da apuração da PMS, há 11 anos. Conforme o economista da CNC responsável pelo estudo, Fabio Bentes, o processo de recuperação tem provocado impactos significativos também no mercado de trabalho formal. Entre março e agosto de 2020, o turismo teve que eliminar 470 mil vagas formais, em virtude da queda abrupta da atividade, e, nos meses subsequentes, foram criadas cerca de 465 mil vagas de emprego celetista. “A expectativa é que esse movimento anule a retração da força de trabalho ainda dentro desta alta temporada”, aponta Bentes. Para 2023, a CNC projeta um saldo entre admissões e desligamentos de 84 mil postos de trabalho no setor. Segundo dados recentes apurados pela Confederação, o segmento acumulou perdas de faturamento de R$ 531,8 bilhões desde o início da crise sanitária. Com o avanço gradativo das receitas, a expectativa é que, a partir de agora, inicie um processo de recuperação dos prejuízos. Os Estados de São Paulo (R$ 248,6 bilhões) e do Rio de Janeiro (R$ 75 bilhões), principais epicentros da crise sanitária no Brasil, concentram mais da metade (61%) das perdas acumuladas no cenário nacional. Volume de receitas do setor de serviços surpreende Na comparação com o ano anterior, o volume de receitas do setor de serviços cresceu 8,3% em 2022, de acordo com a PMS. Após queda de 7,8% em 2020, o principal indicador do nível de atividade do setor terciário surpreendeu ao longo de 2022 e avançou pelo segundo ano consecutivo. Os serviços prestados às famílias subiram 24%; e os transportes, 13,3%. Estes foram os segmentos com as altas mais expressivas no ano passado – resultado direto da redução do isolamento social ao longo do segundo ano da pandemia. Apesar de ter sido o último a reagir às consequências econômicas adversas da crise sanitária, o setor opera neste momento com nível de atividade 14% maior do que o observado em fevereiro de 2020. Para 2023, a CNC projeta avanço de 3,4%. “Considerando as previsões de baixo crescimento econômico em 2022, a expectativa é que as atividades terciárias apresentem avanços mais modestos que os do ano passado”, afirma Fabio Bentes. Menos afetados pelos juros que outras atividades, os serviços e o turismo tendem a resistir mais que outros setores à ameaça de cenários recessivos em 2023. FONTE: PORTAL DO COMÉRCIO LINK DA MATÉRIA: https://www.portaldocomercio.org.br/noticias/turismo-ja-fatura-mais-do-que-antes-da-pandemia/465049
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CAMPANHA | FEVEREIRO ROXO E LARANJA

Durante este mês, as cores roxa e laranja são utilizadas em diversos meios de comunicação com o objetivo de atentar para a conscientização e combate de algumas doenças. A cor roxa foi escolhida para a conscientização do Lúpus, da Fibromialgia e do Mal de Alzheimer. Já a cor laranja foi incluída na campanha para conscientizar um dos tipos mais graves de câncer, a Leucemia. • Lúpus O Lúpus é caracterizado como um distúrbio crônico que faz com que o organismo produza mais anticorpos que o necessário para manter o organismo em pleno funcionamento. Os anticorpos em excesso passam a atacar o organismo, causando inflamações nos rins, pulmões, pele e articulações. Segundo o Ministério da Saúde, o Lúpus Sistêmico (Les) é a forma mais séria da doença e também a mais comum afetando aproximadamente 70% dos pacientes com Lúpus. Ele afeta principalmente mulheres, sendo 9 em 10 pacientes com o risco mais elevado durante a idade fértil. • Fibromialgia Já a Fibromialgia ataca especificamente as articulações, causando dores por todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões. A síndrome também provoca cansaço excessivo, alterações no sono, ansiedade e depressão. A doença pode aparecer depois de eventos graves como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção. O motivo pelo qual pessoas desenvolvem a doença ainda é desconhecido. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) calcula que a fibromialgia afeta cerca de 3% da população. De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. FONTE: GOV.BR LINK DA MATÉRIA: https://www.gov.br/cetene/pt-br/assuntos/noticias/campanha-fevereiro-roxo-e-laranja
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O que esperar do futuro do trabalho em 2023? Conheça as tendências!

Os últimos anos têm sido especialmente desafiadores para os profissionais de recursos humanos e gestores de pessoas. A dinâmica do mercado de trabalho e das relações mudou, e muitos profissionais ainda se questionam o que isso significa a médio e a longo prazo. Diversos estudos preliminares estão ocorrendo nessa área e muitas organizações estão testando suas hipóteses sobre o que funciona ou não para cada cultura. Mas, de forma geral, podemos observar algumas tendências para 2023, especialmente no mercado de tecnologia. Neste artigo, espero compartilhar um pouco das reflexões que observei em diversas leituras sobre o assunto, além da visão prática. De forma sintetizada, compartilho as oito principais tendências para os próximos anos, no que diz respeito aos desafios de Recursos Humanos. Importante salientar que se trata de algumas reflexões e hipóteses não exaustivas, uma vez que tudo está em constante movimento e evolução.

1. Flexibilidade

As pessoas desejam cenários mais flexíveis de trabalho e seguirão querendo isso. Em estudo realizado pela Revelo, 83,4% dos entrevistados preferem a flexibilidade que o home office traz e apenas 16,2% informam que o regime híbrido é a primeira escolha.
O que está por trás disso? Os hábitos e as prioridades mudaram durante a pandemia. Para muitos, não gastar tempo no trânsito, poder viajar ou passar mais tempo com a família são prioridades neste novo momento. Ainda, durante a pandemia se observou uma descentralização da força de trabalho. Muitas pessoas se mudaram das grandes cidades, buscando mais qualidade de vida e custos menores. Apesar dos movimentos de retorno ao presencial de grandes companhias tecnológicas, que acompanhamos meses atrás, já podemos ver algumas reconsiderando ou avaliando outras modalidades como, por exemplo, ida ao escritório uma vez ao mês ou a cada trimestre para ações presenciais com a equipe. O grande desafio das organizações será equilibrar as expectativas das pessoas que trabalham nas empresas com suas lideranças. Se a decisão for pelos diversos formatos de trabalho, como fazer todos os colaboradores se sentirem parte da mesma forma? Como incluir aqueles que estão 100% em teletrabalho com quem trabalha presencialmente? Essas perguntas precisam ser respondidas no planejamento do RH.

2. Espaço de trabalho

Tendo em vista que a flexibilidade do trabalho veio para ficar, um novo desafio se intensifica: como manter nos espaços virtuais o senso de pertencimento, cultura e interação que as pessoas tinham nos escritórios físicos?
Nesse sentido, um estudo feito pelo Gartner afirma que os investimentos em ambientes totalmente virtuais aumentarão significativamente, na busca por criar cada vez mais experiências imersivas e tecnológicas nos “intraversos” (metaversos de cada organização).
Não estamos falando de aumentarmos o volume de reuniões nas diversas plataformas de videoconferência. Trata-se de outra forma de se relacionar e viver momentos, explorando tecnologias imersivas. Aqui, mais uma vez, há um impacto nos espaços físicos. Como conectar o on-line e o off-line de forma realmente interessante, intencional e com propósito? É sobre isso que os gestores devem refletir.

3. Humano no centro

One size doesn’t fit all. O mercado tem olhado cada vez mais para a experiência do cliente e o conceito de customer centric, o que também se aplica à gestão de pessoas. Conforme estudo do Gartner, as empresas que fornecem uma abordagem centrada no ser humano podem ver a fadiga da força de trabalho reduzir em até 44% e o desempenho melhorar em até 28%. Compreender o que é valor real para as pessoas da organização e desenvolver estratégias, além das monetárias, serão fundamentais. O trabalho e a vida pessoal nunca estiveram tão misturados como atualmente. O momento que vivemos fez que muitas pessoas revissem suas prioridades e decidissem focar em outros aspectos da vida – que não só carreira, dinheiro e crescimento salarial rápido. Com isso, aspectos relacionados a equilíbrio, saúde mental, entre outros correlatos, nunca foram tão importantes. Olhar para o indivíduo de forma mais completa, além do ‘profissional’, será o mínimo para as empresas continuarem atrativas e competitivas.

4. Volatilidade do trabalho

As companhias estão vivendo altos níveis de turnover, com impacto na operação, na manutenção do conhecimento interno e nos clientes e resultados financeiros.
Não é à toa que a pauta de aquisição de talentos e retenção está tão presente nas organizações ultimamente e que muito se observa e se fala sobre movimentos como great resignationburnoutquiet quittingfatfire, além dos layoffs como forma de adequação ao cenário econômico global. Em um futuro próximo, vejo muitas organizações lutando para garantir consistência e estabilidade em suas operações, tendo em vista a volatilidade do trabalho. O desafio será olhar para os processos, documentações e gestão do conhecimento, além de proteger os talentos que a organização não pode perder.

5. Diversidade, equidade e inclusão | ESG

Segundo previsão realizada pelo Gartner, até 2025 as empresas que corrigirem as disparidades salariais documentadas entre gêneros diminuirão o turnover das mulheres em 30%, reduzindo a pressão sobre a escassez de talentos. Com a pressão social e de investidores para demonstrar D&I, mais e mais empresas tornarão públicas suas informações sobre diferenças salariais. O fortalecimento do tema ESG contribui com esse movimento nas empresas, que deverão acelerar práticas de diversidade, equidade e inclusão. FONTE: JORNAL CONTÁBIL LEIA NA ÍNTEGRA: https://www.jornalcontabil.com.br/o-que-esperar-do-futuro-do-trabalho-em-2023-conheca-as-tendencias/
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Quais são as principais obrigações fiscais de uma empresa?

A rotina de um bom empreendedor, independente do segmento, exige muito mais do que apenas elaborar estratégias e buscar novas possibilidades de negócio. Nessa linha, uma das principais responsabilidades de um empreendedor é garantir que sua empresa cumpra em dia todas as obrigações fiscais, independentemente de seu enquadramento jurídico ou da forma de tributação no Imposto de Renda. Portanto, fazer com que a empresa opere regularmente também nas questões fiscais manterá o negócio longe de multas e outros problemas. Por esses e outros motivos, é fundamental ter o total controle sobre essas exigências. Dessa forma, é preciso realizar cadastros, pagar tributos, prestar contas e enviar declarações. Independentemente do porte e enquadramento jurídico, existem compromissos em comum para todas as empresas. Todavia, existem também obrigações fiscais e contábeis diferenciadas para cada regime tributário e para tipos de atividades, como indústrias e profissionais liberais. Na leitura a seguir vamos listar as principais obrigações fiscais de uma empresa. Acompanhe e mantenha-se em dia no seu negócio.
O que são obrigações fiscais?

A principal obrigação fiscal das empresas é realizar a escrituração das transações comerciais. É esse processo que permite a manter cada etapa dos processos da empresa em ordem, sem gargalos, erros, informações imprecisas, etc.

Assim, a atividade do departamento fiscal tem caráter operacional e impacta diretamente no cumprimento das obrigações exigidas pelo Fisco. Afinal, a escrituração engloba a conferência, análise, lançamento, emissão de documentos fiscais, bem como a apuração dos tributos cabíveis ao enquadramento tributário da empresa.
Confira agora as principais:

Emitir notas fiscais

A emissão de notas fiscais é obrigatória para todas as empresas. Seja na venda de mercadorias, seja na prestação de serviços. A única exceção é o MEI, que não é obrigado a emitir NF para pessoas físicas.

Pagar impostos em dia

O pagamento de tributos também é obrigatório para todas as empresas. Estes são alguns impostos que incidem sobre elas:

  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza);
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • INSS (Instituto Nacional do Seguro Social);
  • PIS (Programa de Integração Social);
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • IRPJ (Imposto de Renda para Pessoa Jurídica).
Todavia, o enquadramento tributário de cada empresa define quais serão os impostos e a forma de recolhimento. Tudo isso é parte das obrigações fiscais. Dessa forma, o MEI paga um valor fixo mensal por meio do DAS. As empresas do Simples Nacional também pagam os impostos pelo DAS, porém o valor é variável. Já as empresas de Lucro Real e Lucro Presumido pagam os tributos individualmente a cada mês.

Cumprir com as obrigações acessórias

Elas compreendem as informações prestadas ao governo para comprovar que a empresa recolheu os impostos. Estas são as principais declarações, que podem variar de acordo com o enquadramento jurídico:

  • DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais);
  • DASN-SIMEI (Declaração Anual do Simples Nacional – Microempreendedor Individual);
  • DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte);
  • DCTF (Declaração de Débitos Tributários Federais);
  • Escrituração Fiscal Digital (EFD) por meio do SPED.

Qual a importância de cumprir com as obrigações fiscais?

Toda empresa deve estar em dia com seus impostos para evitar cair em crimes sérios, como a sonegação fiscal. Além disso, não ter os impostos pagos pode gerar multas e atrapalhar o crescimento do empreendimento. Por isso, ainda que seja um empreendedor digital, esteja atento em quais são as obrigações fiscais. Assim, a ajuda de um contador pode ser importante. FONTE: JORNAL CONTÁBIL LINK DA MATÉRIA:  https://www.jornalcontabil.com.br/quais-sao-as-principais-obrigacoes-fiscais-de-uma-empresa/
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Gestão inteligente de energia ganha espaço nos negócios das empresas

Ao gerir o recurso da forma correta, companhias conseguem aumentar o tempo de vida de aparelhos conectados, garantir maior segurança para os usuários e diminuir custos O Brasil tem fortalecido sua oferta interna de energia. Em 2021, o total de energia disponibilizada no país atingiu 301,5 megatoneladas equivalentes de petróleo (Mtep), o que representa um avanço de 4,5% em relação ao ano anterior. Os dados são do Relatório Síntese do Balanço Energético Nacional 2022, feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Em relação às fontes renováveis, de acordo com o Balanço Energético de 2021 do Ministério de Minas e Energia (MME), o país tem tido destaque mundial. A utilização desses recursos se divide em 15,2% para fontes primárias e 84,8% para a geração de eletricidade — composta por hídrica (65,2%), biomassa (9,1%), eólica (8,8%) e solar (1,7%). “Com o aumento da oferta interna, surge a crescente necessidade de uma gestão inteligente da eletricidade, conceito no qual é possível continuar com o progresso proporcionado por ela, sem impactar negativamente o meio ambiente”, diz Júlio Martins, vice-presidente de Power Products, Power Systems e Digital Energy da Schneider Electric Brasil. Além disso, segundo o executivo, há diversos ganhos não só para as empresas, mas para instituições públicas e residências. Ele explica que, ao gerir o recurso da forma correta, elas proporcionam maior tempo de vida dos aparelhos conectados, maior segurança para os usuários/operadores, economia de custos com eletricidade e precisão das informações. Mas, mesmo que o Brasil esteja inserido em um contexto tão positivo para o segmento, ainda há desafios a serem vencidos, os principais são a automação e a digitização dos ativos. “Para as companhias que querem melhorar essa questão, há algumas estratégias que podem ser adotadas. Esses passos potencializam o uso da energia e ajudam no desempenho dos negócios”, afirma. 1) Dados em tempo real  Além de beneficiar inúmeras outras áreas, investir em automação é um passo fundamental para trabalhar de maneira mais assertiva a questão da energia. Segundo Martins, é possível, por exemplo, utilizar softwares que recolham dados em tempo real e analisem quais dispositivos estão consumindo mais eletricidade (por perdas ou fugas), quais tiveram algum problema no funcionamento e por quanto tempo isso ocorreu, desgaste e necessidade de manutenção preventiva ou corretiva entre outros fatores. “Isso faz com que as companhias conheçam melhor o próprio negócio, o que permite determinar a ordem de prioridade em relação a novos investimentos em sua jornada de transformação digital, e ganho de eficiência energética. Evitando, assim, gastos iniciais desnecessários ou a tomada de decisão de maneira impulsiva.” 2) Mercado livre de energia Para as companhias que ainda têm um longo caminho no quesito eficiência energética/sustentabilidade, o executivo explica que é essencial compreender que o mercado já disponibiliza diversas opções – de produtos ou serviços – que podem atender a todo tipo de necessidade. “A principal solução, que vem ganhando cada vez mais força, é o mercado livre de energia, ou Power Purchase Agreements (PPA)”, diz. Nesse tópico, segundo ele, as próprias companhias podem produzir sua energia (de fontes renováveis) para consumo próprio e até mesmo comercializar o excedente, a isso se chama de “Prosumers”, ou seja, usuários que hora são consumidores e outra hora são produtores de energia. O diretor afirma que, além de diminuir a dependência de um único fornecedor, essa opção traz maior autonomia e economia. 3) Métricas e sustentabilidade Com a obtenção de dados em tempo real por meio da digitalização dos ativos, de acordo com Martins, cria-se uma linha base pela qual é possível que a empresa compreenda em qual momento de negócios ela está. Ele explica que isso é fundamental para que, a partir daí, ela possa traçar metas que reflitam os esforços para uma performance mais sustentável. “Além disso, uma melhor gestão do uso de recursos cada vez mais escassos e caros, como a energia elétrica, é um esforço em direção à sustentabilidade do planeta. E isso está mais próximo da nossa capacidade de intervir e de participar de toda essa jornada do que podemos imaginar.” FONTE: MUNDO DO MARKETING LINK DA MATÉRIA: https://www.mundodomarketing.com.br/noticias-corporativas/conteudo/270149/gestao-inteligente-de-energia-ganha-espaco-nos-negocios-das-empresas
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Otimismo do comerciante e expectativa de contratações são os maiores da série histórica

Economia atual favorável, Copa do Mundo, Black Friday e Natal levam confiança dos varejistas ao maior nível desde 2011 O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) avançou pelo segundo mês consecutivo, com alta de 0,8% em novembro, considerando o reajuste sazonal. Na comparação com 2021, o aumento foi ainda mais expressivo, de 10,9%. O indicador, que chegou a 131,9 pontos, é o maior da série histórica, iniciada em 2011. O Icec é apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Tanto no comparativo com o mês anterior quanto em relação a novembro de 2021, o destaque foi a avaliação da condição do desempenho atual da economia (em que o otimismo aumentou 4,8% e 33,8%, respectivamente), com a maior pontuação, 109,1 pontos, desde março de 2020, mês que demarcou o início da pandemia. “O fim de ano é, tradicionalmente, um momento de boas expectativas para o varejo. Em 2022, há uma condição especial e inédita que é a conjugação das intenções de compra para a Black Friday e o Natal com a realização da Copa do Mundo do Catar”, avalia o presidente da CNC, José Roberto Tadros. Segundo ele, esse impulso adicional, a economia atual favorável e a previsão do pagamento da primeira parcela do 13º salário reforçaram a confiança do empresário do comércio brasileiro. A expectativa da CNC é que a Black Friday movimente R$ 4,2 bilhões, o maior faturamento desde 2010, enquanto a Copa deve ser responsável pelo incremento de R$ 1,5 bilhão no varejo. Intenção de contratação recorde Do total de comerciantes pesquisados, 85,2% apontaram que vão aumentar a contratação de funcionários neste fim de ano. Essa é a maior proporção desde o início da apuração do Icec, em 2011. No comparativo mensal, o indicador teve uma alta de 0,2%, após três meses de queda, o que resultou no maior nível histórico: 144 pontos. “A chegada das festas de fim de ano e o desempenho mais favorável da economia e do comércio estão incentivando as intenções de investir para absorver funcionários e estimular o consumo”, aponta a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva. Segundo estatísticas da Confederação, o Natal deve levar à contratação de 109,4 mil trabalhadores temporários, o maior volume em nove anos. Destes, espera-se que 11% sejam efetivados. Otimismo com situação geral do comércio em alta Em linha com a evolução positiva do varejo em setembro, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a avaliação dos empresários em relação à situação atual do comércio voltou a melhorar no penúltimo mês do ano, com alta de 2%, após quedas nos três meses anteriores. O comerciante do segmento de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos foi o mais otimista em novembro, com alta de 4,4% no indicador. Segundo a economista Catarina Carneiro da Silva, as deflações entre julho e setembro melhoraram o poder de compra dos consumidores e, consequentemente, as vendas no comércio. De acordo com a economista, em setembro, houve 0,51% de deflação no grupo de alimentação e bebidas, itens de grande peso na cesta de consumo da população. Apesar de em outubro a inflação neste grupo ter registrado aumento de 0,72%, o resultado acumulado em 12 meses desacelerou em 0,50 ponto percentual. Vendas animam setor de roupas e calçados Os comerciantes do segmento de vestuário, tecidos e calçados continuam os mais satisfeitos com o nível de atividade do setor. O indicador chegou a 120,3 pontos, marcando a sétima alta mensal seguida. “Essa dinâmica acontece pela necessidade que os consumidores têm, neste momento, de roupas e calçados novos para a retomada dos eventos sociais de fim de ano, o que deve ser incentivado pela Copa do Mundo”, explica Catarina Carneiro da Silva. Uma sondagem especial feita pela CNC com 18 mil consumidores em todas as capitais e no Distrito Federal revelou que 36% dos brasileiros pretendem comprar itens relacionados com o Mundial de Futebol, uma alta de 12 pontos percentuais em relação ao Campeonato de 2018. Os preferidos são os artigos de vestuário temático, indicados por 14,9% dos entrevistados. FONTE:  PORTAL DO COMERCIO LINK DA MATÉRIA: https://www.portaldocomercio.org.br/noticias/otimismo-do-comerciante-e-expectativa-de-contratacoes-sao-os-maiores-da-serie-historica/452557
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Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem

Em 2011, o Instituto Lado a Lado pela Vida iniciou a campanha ‘Novembro Azul’ com o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o mais frequente entre os homens brasileiros depois do câncer de pele. Aproveitando as celebrações em torno do tema, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) começaram a divulgar ações importantes e a data transformou-se no maior movimento em prol da saúde masculina. Conforme dados do INCA, foram diagnosticados 68.220 novos casos de câncer de próstata e cerca de 15 mil mortes/ano em decorrência da doença no Brasil, para cada ano do biênio 2018/2019, o que representa 42 homens morrendo por dia em decorrência da doença e aproximadamente 3 milhões convivendo com ela. O movimento quer conscientizar, ainda mais, a população masculina sobre a necessidade de cuidar do seu corpo e também da mente. Praticar exercícios, ter uma alimentação equilibrada, parar de fumar, praticar sexo seguro, cuidar da saúde mental e, também, fazer o exame da próstata, periodicamente. Entre os cuidados básicos que todo homem precisa ter com a saúde, há testes e exames que precisam ser realizados com frequência: – Verificação da pressão arterial; – Hemograma completo; – Dosagem da glicemia; – Dosagem do colesterol; – Testes de urina; – Atualização da carteira vacinal; – Verificação do perímetro abdominal e do Índice de Massa Corpórea (IMC). E, ainda: Exame da próstata: Por causa do preconceito que envolve o exame, muitos homens são diagnosticados quando a doença já está em estados mais avançados, o que leva a uma alta taxa de óbitos. Quando identificado em fase inicial o câncer de próstata tem altos índices de cura. Fazer check-up regular: Fazer um check-up é a melhor forma de prevenir doenças e evitar que sejam tratadas apenas em estágios mais avançados. Em todas as faixas etárias o urologista deve ser consultado. Cuidar da saúde mental: Diversos fatores podem causar um desequilíbrio emocional, como responsabilidades familiares, frustrações financeiras e problemas no trabalho. É preciso entender que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física, e que o tratamento é necessário. A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas e se assemelha a uma castanha. Localiza-se abaixo da bexiga e sua função é produzir e armazenar o líquido prostático que, junto com o líquido seminal produzido pelas vesículas seminais e os espermatozoides produzidos nos testículos, forma o sêmen. Tratamento e prevenção: Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são: dor óssea, dores ao urinar, vontade de urinar com frequência e presença de sangue na urina e/ou no sêmen. Entre os fatores de risco estão, histórico familiar de câncer de próstata (pai, irmão e tio); obesidade e raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer. A única forma de possibilitar a cura do câncer de próstata é com o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou com 50 anos e sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA. Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal, reforçando sua importância para o diagnóstico e o tratamento precoces. Medidas preventivas, segundo o INCA, incluem: dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos, cereais integrais; menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, e de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer no mínimo 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, identificar e tratar adequadamente hipertensão, diabetes e problemas de colesterol, diminuir o consumo de álcool e não fumar. Fonte de matéria: Biblioteca Virtual Em Saude Link da matéria: https://bvsms.saude.gov.br/novembro-azul-mes-de-conscientizacao-sobre-a-saude-do-homem/
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Copa do Mundo deve gerar faturamento de R$ 864 milhões a bares e restaurantes

Expectativa da CNC é que setor contrate 7,7 mil trabalhadores temporários Um estudo divulgado em 11 de novembro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que a realização da Copa do Mundo de Futebol, que começa no próximo dia 20, deverá injetar R$ 864,49 milhões no faturamento de bares e restaurantes do País. Esse valor equivale a um aumento de 8,3%, já descontada a inflação, em relação ao Mundial da Rússia, em 2018, porém 2,6% a menos que na Copa realizada no Brasil, em 2014. Historicamente, nos meses que são disputados os Mundiais de Futebol, o faturamento desse segmento costuma crescer 2,52%, em relação à média mensal dos meses imediatamente anteriores. Além disso, o fato de que o campeonato será disputado no período de pagamento da primeira parcela do 13º salário favorece a expansão dos gastos neste ano. “Uma das boas notícias deste fim de ano é que o aumento do movimento em bares e restaurantes para assistir aos jogos da Copa do Mundo vai ocasionar maior contratação de trabalhadores temporários para atendimento aos clientes extras desse período”, pontua o presidente da Confederação, José Roberto Tadros.Conforme o economista da CNC Fabio Bentes, responsável pela apuração, a estimativa é que 7,7 mil vagas extras sejam geradas. O salário médio de admissão de funcionários temporários deverá chegar a R$ 1,5 mil. Nas Copas de 2014 e 2018, os salários médios de admissão foram de R$ 920 e R$ 1,2 mil. Entre as principais vagas, estão garçons e auxiliares, que respondem por 23,4% dos postos, cozinheiros, 15,6%, e atendentes de lanchonete, 15%. Serviços lideram recuperação da economia O volume de receitas do setor de serviços cresceu 0,9% em setembro, no comparativo com o mês anterior (já descontados os fatores sazonais), de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Apesar de ter sido um dos setores mais castigados pelas consequências econômicas decorrentes da pandemia, quando comparados às demais atividades econômicas, os serviços apresentam atualmente o maior avanço, de 12%, em relação ao patamar pré-covid”, analisa Fabio Bentes. Conforme o economista, esse é o setor econômico mais avançado e o fim de 2022 apresenta um cenário promissor para essas atividades, especialmente, aquelas dedicadas aos serviços de alimentação. O turismo, severamente afetado pelas restrições impostas pela pandemia, avançou 0,4% em setembro e alcançou, portanto, um volume de receitas 0,7% acima do período anterior à crise sanitária. Outro indício da recuperação do setor nos últimos meses, de acordo com Bentes, tem sido a reação do mercado de trabalho formal. Nos seis primeiros meses da pandemia, a queda abrupta da atividade levou o setor a eliminar 469,8 mil vagas formais – redução de 12% da força de trabalho nessas atividades. Aos poucos, o setor foi se recuperando e, no acumulado de outubro de 2020 a setembro de 2022, 91% das vagas eliminadas foram reabertas. Os segmentos que mais contrataram foram bares e restaurantes, com quase 310 mil postos de trabalho, e serviços de hospedagem, que contrataram 74 mil pessoas. Desde maio do ano passado, os saldos mensais entre admissões e desligamentos no turismo têm se mostrado positivos. Fonte: Portal do comercio Link da matéria: https://www.portaldocomercio.org.br/noticias/copa-do-mundo-deve-gerar-faturamento-de-r-864-milhoes-a-bares-e-restaurantes/450700
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Mulheres empreendedoras conquistam espaço e representatividade no Sistema Comércio

Reunião de lançamento da CBMEC também teve a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre a Confederação e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Mulheres representam mais de 9 milhões dos negócios no Brasil e representam 33,% das propriedades de empresas formais e informais, sendo responsáveis por 48% dos microempreendedores individuais do Brasil, segundo dados do Sebrae. Para apoiar esse universo e discutir soluções visando garantir um ambiente produtivo e aberto para debates, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) criou a Câmara Brasileira de Mulheres Empreendedoras do Comércio (CBMEC), que conta com empresárias de todas as Federações do Comércio dos 26 Estados e do Distrito Federal, além das sete Federações nacionais. A coordenadora será a empresária baiana Rosemma Maluf. Por vídeo, em sua mensagem de abertura, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, falou sobre as grandes e rápidas transformações que o mundo vem passando e ressaltou o reconhecimento da importância do papel das mulheres como uma das grandes urgências que a sociedade brasileira vem trabalhando. “Esse movimento precisa se transformar em ações concretas, que traduzam o compromisso de valorizar a participação feminina em todos os setores. A instalação da Câmara é mais um passo da CNC para estar alinhada com as iniciativas que buscam fortalecer a presença e a participação da mulher no âmbito empresarial. É uma ação que, além de fazer justiça ao talento e competência delas, busca a melhoria do ambiente de negócios, com o incentivo para a abertura de novos empreendimentos, a integração e a troca de experiências, além da qualificação dessa mulher empresária”, destacou. Fonte da matéria: PORTAL DO COMERCIO Leia na íntegra: https://www.portaldocomercio.org.br/noticias/mulheres-empreendedoras-conquistam-espaco-e-representatividade-no-sistema-comercio/438659 #sinhoresprudente #afsys_sindical #informação #empresas #sejasocio #cnc
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